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Da Redação
O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região determinou, em decisão liminar nesta quinta-feira (9), a retirada da montadora BYD da chamada “lista suja” do trabalho análogo à escravidão, mantida pelo governo federal.
A empresa havia sido incluída na relação dois dias antes, após divulgação feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A lista reúne empregadores responsabilizados por submeter trabalhadores a condições degradantes.
O caso envolve fiscalização realizada anteriormente nas obras da fábrica da BYD em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. Na ocasião, auditores identificaram 163 trabalhadores, em sua maioria chineses, em situação considerada análoga à escravidão.
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Segundo o MTE, também foram encontrados indícios de irregularidades em documentos apresentados às autoridades migratórias, o que teria permitido a entrada desses trabalhadores no país.