Segundo as investigações, a mulher entrava em contato com vítimas, em sua maioria no público feminino por meio do WhatsApp, apresentando-se como proprietária de uma loja de confecções. Ela dizia ter acesso direto a produtos de fábricas com preços abaixo do mercado e pedia que as clientes antecipassem valores para a compra. Após receber parte do pagamento, porém, a suspeita não entregava as mercadorias anunciadas e bloqueava os contatos com as vítimas.
Várias ocorrências estão sendo apuradas pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos da 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN), que coordena as diligências para localizar a suspeita e identificar a extensão dos golpes. Além das fraudes com roupas, há relatos de empréstimos concedidos pela acusada que nunca foram quitados, aumentando ainda mais o prejuízo de algumas vítimas.
As autoridades pedem que qualquer informação sobre o paradeiro de Elieula seja comunicada à polícia por meio dos canais oficiais, reforçando que golpes financeiros e fraudes podem ter consequências graves para quem confia em ofertas falsas.
