TJ-BA afasta dois servidores por suspeita de uso de contrato público em reforma de academia privada



Foto: Divulgação


Da Redação

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) afastou por 60 dias dois servidores e abriu sindicância para apurar suspeitas de irregularidades envolvendo o uso indevido de contratos públicos. A decisão, publicada no Diário Oficial na terça-feira (20), investiga a utilização de serviços de mão de obra aprovados pelo Judiciário em obras realizadas em uma academia privada localizada em Salvador.
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Os servidores afastados são Pablo Martins de Castro, coordenador de Distribuição (Codis), e Allan Rosa Moreno, coordenador de Manutenção Predial (Coman). Apesar do afastamento temporário, ambos continuarão recebendo salários. A medida tem como objetivo garantir a regularidade da apuração, que envolve suspeitas de beneficiamento e acobertamento no uso de contratos públicos.

Entre as irregularidades apontadas estão o emprego de trabalhadores do Judiciário na reforma da academia, assédio a servidores e terceirizados, desvio de indenizações de diárias, além de substituições simuladas de postos de trabalho com pagamentos indevidos. Segundo a sindicância, Pablo Martins teria determinado as práticas irregulares, enquanto Allan Moreno, embora ciente, não teria atuado para impedi-las. A defesa de Pablo Martins nega as acusações e afirma confiar no devido processo legal. Com informações do G1.
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