
Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
Da redação
Os brasileiros começaram 2026 pagando mais caro pelos combustíveis com a entrada em vigor, nesta quinta-feira (1º), do reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre gasolina, diesel e gás de cozinha.
A elevação do tributo estadual foi definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em setembro de 2025 e representa o segundo reajuste consecutivo. Em fevereiro do ano passado, os combustíveis já haviam sofrido aumento da carga tributária.
Com a mudança, o ICMS passou a ter os seguintes valores: na gasolina, houve acréscimo de R$ 0,10 por litro, chegando a R$ 1,57; no diesel, o aumento foi de R$ 0,05 por litro, totalizando R$ 1,17; e no gás de cozinha, o reajuste foi de R$ 1,05 por botijão.
Segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), o reajuste considera os preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entre fevereiro e agosto de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024.