Quando a Montanha Mágica chama, tem que subir!












A Serra do Córrego Grande ou “Montanha Mágica”, como costumamos chamar, é um lugar espetacular. Todo mundo que sobe a primeira vez reclama, sofre, sente o ‘peso’ das imensas ladeiras e volta dizendo que não sobe mais. Pura bravata, pois grande parte dos loucos por aventura que se arriscam a subir a montanha terminam voltado e levando alguém. Não existe uma explicação plausível para voltar, mas quem sobe uma vez volta.

Na manhã de domingo, dia 22 de janeiro de 2024, nós subimos novamente a montanha, dessa vez foram 28 aventureiros que deixaram de lado o ‘preguiçoso dia de domingo’ para encarar aproximadamente 24km de caminhada, em uma subida que parece não acabar nunca. Eu, esse que escreve essas mal traçadas linhas, passei dos 30km, pois precisei voltar para socorrer duas integrantes que se perderam pelo caminho, o que me custou fortes câimbras nas pernas quando cheguei no ponto final.

A subida foi maravilhosa, com parada no ‘Cantinho de Val e Dantas’, uma parada rápida para reidratar em Abel de Furtuoso e o ponto final, na fazenda de Ana Gama, que nos recebeu com um delicioso e reforçado café (e que café!): um maravilhoso cuscuz com ovo, calabresa e sardinha, café quente, suco de goiaba e bolos de sardinha e de cenoura. Pense em um café gostoso! Vale ressaltar que a nossa querida anfitriã subiu a serra na noite de sábado para nos receber no domingo de braços abertos.

A descida mais uma vez foi cansativa e paramos em Abel para tomar suco e comer jaca. Por último passamos no sítio de Audilei, que nos serviu suco de acerola, melancia e manga. Pense em mais um lugar agradável!

Chegamos em Ibicaraí no final do dia em sete componentes, já que boa parte da turma desceu mais cedo. A chegada em casa é sempre cansativa, dolorida e prazerosa e antes de dormir vem sempre a mesma pergunta: Quando será a próxima caminhada?



Arnold Coelho

Cansado, com o corpo dolorido e feliz
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