Procurador-geral de Justiça escolhe oito promotores para assumir caso Marielle




O procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, decidiu manter o coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRJ, Bruno Gangoni, à frente da Força-Tarefa Marielle e Anderson (FTMA). De acordo com publicação de O Globo, o novo coordenador terá o reforço de mais sete promotores de Justiça: Roberta Laplace, Fabiano Cossermelli, Diogo Erthal, Juliana Pompeu, Michel Queiroz Zoucas, Marcelo Winter e Carlos Eugênio Laureano, na condição de assistentes.



Os oito promotores substituirão Simone Sibílio e Letícia Emile, que entregaram os cargos no último dia 9. Ao procurador-geral de Justiça, elas alegaram interferências externas durante as investigações, quando a Polícia Civil apresentou a viúva de Adriano da Nóbrega, Júlia Lotufo, para fazer uma delação com informações sobre o caso.



Mattos escolheu nomes de promotores que já trabalharam no Caso Marielle no ano anterior, quando Sibílio foi coordenadora do Gaeco, destaca a publicação. A última grande ação dos promotores do Gaeco foi a prisão do delegado Maurício Demétrio, no dia 30 do mês passado. Demétrio é acusado de comandar um esquema que exigia propina de lojistas da Rua Teresa, em Petrópolis, na Região Serrana, para permitir a venda de roupas falsificadas.



A força-tarefa tem como meta descobrir quem é o mandante — ou mais de um — que deu a ordem para matar a vereadora Marielle Franco, no dia 14 de março de 2018.
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