Vacina da Astrazeneca não protege contra a variante sul-africana




África do Sul suspendeu o uso da vacina contra o novo coronavírus da Astrazeneca-Oxford após surgirem evidências de que o imunizante não protegia os participantes do ensaio clínico de doença leve ou moderada causadas pela variante do vírus mais contagiosa, que foi vista pela primeira vez no país.



Os resultados foram um golpe devastador para os esforços do país para combater a pandemia, reporta um artigo publicado no The New York Times.

Cientistas na África do Sul disseram no domingo que um problema semelhante ocorreu entre pessoas que haviam sido infectadas por versões anteriores do coronavírus: a imunidade que estes adquiriram naturalmente não parece protegê-los de casos leves ou moderados quando reinfectados pela variante, conhecida como B.1.351.

Esta informação, que chega quase uma semana após um milhão de doses da vacina Astrazeneca-Oxford chegar à África do Sul, é um enorme revés para o país, onde já mais de 46 mil pessoas morreram devido ao vírus.Sendo que a variante B.1.351 já se espalhou por pelo menos 32 países, incluindo os Estados Unidos.
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