Suspeito De Mandar Matar Advogados Pode Estar Envolvido Em Operação Faroeste Do TJBA




O fazendeiro Nei Castelli, apontado como o mandante do assassinato de dois advogados em Goiânia (GO), também teria o nome envolvido na compra de decisões judiciais investigadas no âmbito da Operação Faroeste, que seria formado por membros do Tribunal de Justiça da Bahia. De acordo com informações do Metrópoles, a investigação apura a venda de sentenças para legalização de terras no oeste da Bahia.


Os documentos relaciona o fazendeiro as supostas compras de decisões assinadas pela desembargadora do TJBA Lígia Maria Ramos Cunha Lima. Lígia Cunha está presa desde o último dia 14 de dezembro. A PGR identificou a atuação direta da desembargadora em quatro processo e tráfico de influência em outro. Pela atuação, a magistrada teria recebido R$ 950 mil.



Castelli é citado em dois desses processos, que tratam de uma disputa entre ele e a empresa Equatorial Transmissora S.A. sobre a construção de uma passagem de linha de transmissão na cidade baiana de Correntina. Neste local, ele tem um aeródromo.
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